Tomografia Computadorizada Cone Bean

Vantagens da Tomografia Computadorizada Cone Beam

  • Excelente qualidade de imagem

  • Baixo custo

  • Baixa dose de radiação

    (20-40 segundos de exposição)

  • Exame rápido

  • Ausência de erros de posicionamento

  • Precisão nas mensurações

     

    As radiografias convencionais (imagens bidimensionais) limitam-se na observação de profundidade de estruturas anatômicas. A tomografia computadorizada fornece precisão e acurácia tridimensional em relação a qualquer mensuração da região envolvida, aproveitando ao máximo o componente ósseo.

    Nos mais variados tipos de trauma, a Tomografia Computadorizada é grande auxiliar na definição de traços de fratura, localização e extensão de lesões.

    Na pesquisa de elementos dentários inclusos e supranumerários, a Tomografia Cone Beam fornece precisão em relação às estruturas anatômicas adjacentes.

    A análise de informações importantes para o diagnóstico e o planejamento de tratamentos ortodônticos é consideravelmente limitada quando realizada apenas em duas dimensões. Avaliar componentes esqueléticos, dentários e tegumentares de uma maneira tridimensional, reside na reprodução, o mais próximo possível, da morfologia craniofacial dos pacientes, assim com ela se apresenta na natureza.

    Apenas através da tomografia computadorizada é possível a realização de análises cefalométricas computadorizadas em três dimensões

    A tomografia Computadorizada apresenta um importante papel no diagnóstico e planejamento terapêutico das lesões que acometem a região maxilofacial, fornecendo informações importantes como: localização, formato, limites, densidade da lesão, expansão e destruição das corticais, deslocamento e reabsorções dentárias, presença de septos ósseos e calcificações intra-lesionais.

    Na imaginologia, a avaliação da articulação temporomandibular (ATM) sempre foi uma grande dificuldade, devido ao seu pequeno tamanho e por estar envolvida, ao menos parcialmente, pelas estruturas ósseas do crânio.

    Ao exame clínico, algumas informações não são suficientemente adquiridas. Visando complementar dados para o diagnóstico, a Tomografia Computadorizada é muito utilizada em diversas anomalias ósseas da ATM, pois ocorre menor borramento do que nas imagens convencionais.

    Com a Tomografia Cone Beam pode-se realizar uma visualização tridimensional, em tamanho real, adequada e apurada dos detalhes ósseos, sem sobreposição de estruturas anatômicas vizinhas.

    A Tomografia Computadorizada Cone Beam é ferramenta de grande valia para o Cirurgião-Dentista, na identificação de fraturas dentárias, localização de canais radiculares e alterações patológicas a nível de periápice, bem como reabsorções internas e externas de raízes dentárias.

RADIOGRAFIA OCLUSAL / INTERPROXIMAL

RADIOGRAFIA OCLUSAL

Técnica radiográfica intrabucal, geralmente indicada como um exame complementar para áreas amplas na maxila ou mandíbula. Devido ao tamanho maior do filme utilizado, há uma área de exame em maiores proporções, quando comparada àquelas obtidas pelas técnicas periapicais.

RADIOGRAFIA INTERPROXIMAL

Técnica radiográfica intrabucal, também chamada de “Bite-wing”. Possibilita a visualização das coroas dentárias nas regiões de pré-molares e molares. Nesta técnica observa-se simultaneamente as coroas dos dentes superiores e inferiores de uma mesma região.

RADIOGRAFIA PERIAPICAL

  1. S
  2. S
  3. ASSOALHO DA CAVIDADE NASAL
  4. ASSOALHO DO SEIO MAXILAR
  5. A
  6. E
  7. I
  8. I
  9. Y INVERTIDO DE ENNIS
  10. SEPTO NASAL
  11. ESPINHA NASAL ANTERIOR
  12. FORAME INCISIVO
  13. SUTURA INTERMAXILAR
  14. LINHA OBLÍQUA
  15. LINHA MILOIOIDEA
  16. CANAL DA MANDÍBULA
  17. FÓVEA DA GLÂNDULA SUBMANDIBULAR
  18. BASE DA MANDÍBULA
  19. FORAME MENTUAL
  20. FÓVEA DA GLÂNDULA SUBLINGUAL
  21. CANAL NUTRÍCIO
  22. ESPINHA GEMINIANA
  23. FORAME LINGUAL

Técnica radiográfica intrabucal que tem por objetivo mostrar detalhadamente os elementos dentais e os tecidos ósseos adjacentes, além de avaliar a relação entre o germe dentário permanente e o elemento dental decíduo

TELERRADIO

  1. SEIO FRONTAL
  2. ASA MAIOR DO ESFENOIDE
  3. PROCESSO CLINOIDE ANTERIOR
  4. SELA TURCA
  5. PROCESSO CLINOIDE POSTERIOR
  6. SEIO ESFENOIDAL
  7. CÉLULAS ETMOIDAIS
  8. OSSO NASAL
  9. ÓRBITA
  10. PROCESSO ZIGOMÁTICO DA MAXILA
  11. SEIO MAXILAR
  12. FOSSA PTERIGOPALATINA
  13. PROCESSO CORONOIDE
  14. INCISURATUBÉRCULO ARTICULAR
  15. CABEÇA DA MANDÍBULA
  16. RAMO DA MANDÍBULA
  17. ESPAÇO AÉREO FARÍNGEO / TUBER DA MAXILA
  18. ÂNGULO DA MANDÍBULA
  19. BASE DA MANDÍBULA
  20. EMINENCIA MENTUAL
  21. CANAL DA MANDÍBULA  / FORAME MANDIBULAR / FORAME MENTUAL
  22. PALATO ÓSSEO
  23. SOALHO DA CAVIDADE NASAL
  24. ESPINHA NASAL ANTERIOR
  25. LÁBIO SUPERIOR
  26. OSSO HIOIDEO
  27. COLUNA VERTEBRAL
  28. PORO ACÚSTICO EXTERNO
  29. CAVIDADE NASAL
  30. REGIÃO DE MOLARES
  31. REGIÃO DE INCISIVOS

*PROCESSO PTERIGOIDEO DO OSSO ESFENOIDE

Técnica radiográfica extrabucal que avalia as relações dos elementos dentais com os maxilares, e dos maxilares com o esqueleto facial, sendo possível a mensuração de desvios dos planos oclusais e alterações pertinentes à intervenção ortodôntica, ortopédica e cirúrgica, principalmente por meio da realização de traçados cefalométricos manuais ou computadorizados.

RADIOGRAFIA PANORÂMICA

  1. INCISIVOS
  2. PRÉ-MOLARES
  3. MOLARES
  4. MAXILA
  5. MANDÍBULA
  6. PROCESSO PTERIGOIDEO
  7. LINHA OBLÍQUA
  8. FORAME MENTUAL
  9. CANAL DA MANDÍBULA
  10. FORAME MANDIBULAR
  11. CABEÇA DA MANDÍBULA
  12. PROCESSO CORONOIDE
  13. PROCESSO ESTILOIDE
  14. CAVIDADE NASAL
  15. SEPTO NASAL
  16. SEIO MAXILAR
  17. SOMBRA DO OSSO ZIGOMÁTICO
  18.  ÓRBITA
  19. ASSOALHO DA ÓRBITA
  20. ARCO ZIGOMÁTICO
  21. ESPAÇO ORAL FARÍNGEO
  22. CONCHA NASAL INFERIOR
  23. PROCESSO ZIGOMÁTICO DA MAXILA
  24. INCISURA DA MANDÍBULA
  25. RAMO DA MANDÍBULA
  26. ÂNGULO DA MANDÍBULA
  27. BASE DA MANDÍBULA
  28. FOSSA PTERIGOPALATINA
  29. SOALHO DA CAVIDADE NASAL
  30. PALATO ÓSSEO
  31. ESPAÇO AÉREO FARÍNGEO
  32. PORO ACÚSTICO EXTERNO
  33. OSSO HIOIDEO

VERMELHO – ESPINHA NASAL ANTERIOR

VERDE – EMINENCIA MENTUAL

AZUL- ESPINHA GEMINIANA E FORAME MENTUAL

ROSA – FORAME INFRA ORBITAL

AMARELO – TUBÉRCULO ARTICULAR

LARANJA – COLUNA VERTEBRAL

 

Esta radiografia oferece uma visão geral dos maxilares em uma só tomada, sendo utilizada em todas as especialidades odontológicas. Nesta incidência observa-se:

  • Dentes presentes, presença de cáries extensas, processos patológicos no periápice;

  • Grau de desenvolvimento dental, posicionamento dos dentes, a relação dente permanente com o dente decíduo;

  • Presença de patologia do folículo dentário;

  • Presença de reabsorções ósseas alveolares;

  • Característica do trabeculado ósseo da maxila e mandíbula;

  • Posicionamento dos reparos anatômicos;

  • Pesquisa de raízes residuais, fraturas ósseas e patologias;

  • Acompanhamento de tratamentos odontológicos;

  • Proservação de tratamentos cirúrgicos.

Avaliação Diagnóstica

UCG DIAGNÓSTICO ORAL

1) A velocidade do filme depende:

A) Da maior espessura da camada de emulsão

B) Do tamanho dos grãos de cristais de prata

C) Da maior espessura da película

D) Do tempo de revelação

E) Do fabricante

 

2) Densidade radiográfica é:

A) o grau de contraste presente na imagem radiográfica

B) resultante da atuação da quilovoltagem

C) independente do regime de trabalho do aparelho de raios X

D) o grau de escurecimento da imagem radiográfica

E) a penumbra causada pelo efeito Comptom

 

3) Os tecidos irradiados sofrem mais quanto:

A) mais indiferenciados

B) mais idoso for o indivíduo

C) menor a dose recebida

D) mais conteúdo nervoso e muscular houver

E) menos tecido glandular estiver presente

 

4) Assinale a alternativa correta para a técnica do paralelismo:

A) nesta técnica é necessário posicionamento adequado da cabeça do paciente, para cada região dos maxilares;

B) os ângulos horizontal e vertical são determinados pelo posicionamento do suporte no interior da cavidade bucal

C) a distância focal é de 20 cm

D) o tempo operacional é maior que na execução da técnica da bissetriz

E) nenhuma das alternativas

 

5) O  Y invertido de Ennis é formado por:

A) cavidades sinusais simplesmente

B) prolongamento alveolar do seio maxilar e cavidade nasal

C) prolongamento anterior do seio maxilar e cavidade nasal

D) processo hamular e tuberosidade

E) presença de septo no seio maxilar

 

6) A radiação produzida pelos aparelhos de raios X deve-se

A) a aceleração dos elétrons dos átomos de tungstênio

B) ao desvio dos elétrons ao se afastarem do núcleo do átomo

C) ao deslocamento dos átomos dos orbitais mais externos para os mais internos

D) ao desvio dos prótons por um campo magnético

E) as alternativas A e C estão corretas

 

7) O tempo de exposição está diretamente relacionado:

A) a densidade radiográfica

B) ao grau de escurecimento da radiografia

C) ao tempo de revelação

D) a distância da ampola ao objeto a ser radiografado

E) todas as alternativas podem ser associadas ao tempo de exposição

 

8) Para se chegar ao diagnóstico é necessário:

A) Radiografias

B) Exame clínico, exames por imagem e exames laboratoriais

C) Exame clínico e radiográfico

D) Punção e exames laboratoriais

E) Anamnese adequada

 

9) A escolha da técnica a ser utilizada depende:

A) do tamanho do filme a ser utilizado

B) da área a ser examinada

C) do exame físico realizado após a aquisição de imagem

D) do tipo de doença a ser estudada

E) da capacitação do profissional

 

10) A radiografia é um método:

A) que com o tempo cairá em desuso

B) acessível, porém restrito no grau de informação

C) de fácil realização e que pode ser empregado em qualquer circunstância

D) que realizado adequadamente pode elucidar várias hipóteses de diagnóstico

E) sempre utilizado na primeira exploração de um diagnóstico na Odontologia

 

 

Radiologia – Outras Fontes

RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA.

Fonte: Técnicas Radiográficas – Princípios Radiográficas, Anatomia Básica e Posicionamento
1ª Edição- 2003  Rubio Editora- Antonio Biasoli Jr. O conteúdo usado foi autorizado pelo autor.

Cristiane Biasoli Cypriano

NOÇÕES DE ANATOMIA

Tipos de dente e sua orientação na boca.

Um dente é identificado e descrito em função do tipo de dentição (primária ou secundária) e da sua posição na boca (proximidade com a linha mediana ou região anterior da boca).

TIPOS DE DENTIÇÃO

O ser humano possui duas dentições: uma primária ou decídua e uma secundária ou permanente.

DENTIÇÃO PRIMÁRIA OU DECÍDUA (DE LEITE) - Geralmente composta por oito dentes incisivos, quatro dentes caninos e oito dentes molares, totalizando vinte dentes. Essa dentição tem início com a irrupção dos incisivos na faixa de 6 a 9 meses de idade, terminando com a irrupção dos molares na faixa de 1 a 2 anos de idade. A queda (substituição) dos dentes decíduos (primários) inicia-se com os incisivos na faixa de 6 a 8 anos de idade, terminando com a substituição dos molares na faixa dos 9 a 12 anos de idade. Entre a dentição primária (decídua) e a secundária (permanente) existe a mista, composta por dentes decíduos e permanentes.

DENTIÇÃO SECUNDÁRIA OU PERMANENTE - Geralmente composta por oito dentes incisivos, quatro dentes caninos, oito dentes pré-molares e doze dentes molares, totalizando trinta e dois dentes. Essa dentição tem início com a irrupção dos incisivos na faixa de 7 a 9 anos de idade, terminando com a irrupção dos segundos pré-molares e molares na faixa de 11 a 12 anos de idade. Os terceiros molares estão desaparecendo das arcadas. A sua irrupção depende de espaço, podendo ocorrer até 20 anos de idade. O que geralmente ocorre é que não se formam ou ficam inclusos. Na troca de dentição decídua (primária) para a permanente (secundária), os primeiros molares decíduos são trocados pelos primeiros pré-molares permanentes, e os segundos molares decíduos são trocados pelos segundos pré-molares permanentes. Podem ocorrer nas duas dentições a mais, denominados extranumerários, ou menos, denominados anodontia. A anodontia pode ser parcial ou total (ausência de todos os dentes.

NOMENCLATURA DOS DENTES

Os dentes são representados por números em função da sua posição na boca. A boca é dividida em quadrantes pelo plano sagital mediano, e maxila (superior) e mandíbula (inferior), da seguinte maneira: quadrantes superiores (direito e esquerdo) correspondem aos dentes da maxila, e quadrantes inferiores (direito e esquerdo) correspondem aos dentes da mandíbula (Fig. 20.1) Esse tipo de representação (quadrantes) pode ser feito pela Cruz de Radier (Fig. 20.2)

Fig. 20.1- Esquema da divisão da boa em quadrantes.

Fig. 20.2- Cruz de Radier

Termos de Relacionamento

O dente possui cinco faces: vestibular, lingual ou palatina, mesial, distal e oclusal. (Fig.20.3)

Fig. 20.3 – Faces de um dente.

1- Face mesial; 2- Face distal; 3- Face vestibular; 4- Face lingual ou palatal; 5- Face oclusal; 6-Interproximal.

COMPOSIÇÃO DO DENTE.

O dente é composto por quatro partes distintas: esmalte, cemento, dentina e cavidade pulpar (Fig. 20.4).

- Esmalte- È a parte que recobre o dente na parte coronária; é a imagem mais radiopaca do dente;

-Cemento- È a parte que recobre o dente na parte radicular;

-Dentina- È a que fica abaixo do esmalte na parte coronária e abaixo do cemento na radicular;

-Cavidade pulpar- Localizada mais internamente é onde estão localizados os nervos, artérias e veias que dão vitalidade ao dente. È a imagem mais radiotransparente do dente.

Anatomicamente, o dente pode ser dividico basicamente em três regiões: Coroa, Colo, Raiz (Fig.20.5)

- Coroa - È projetada a partir da gengiva;

- Colo - Localizado entre a coroa e a raiz;

- Raiz - Está fixada no alvéolo por uma membrana fibrosa, denominada membrana periodontal. A quantidade de raízes varia em função do tipo de dente.

- Os incisivos geralmente possuem um raiz;

- Os caninos podem se apresentar com uma ou duas raízes;

- Os pré-molares- podem se apresentar com uma ou duas raizes;

- Os 1ºs e 2ºs molares inferiores- Possuem três raizes: duas mesiais, e uma distal;

-Os 1ºs e 2ºs molares superiores- Possuem três raizes sendo duas vestibulares, e uma palatina;

- Os 3ºs molares- Podem se apresentar com três raizes, ou raizes fusionadas.

PONTOS ANATÔMICOS

Fig. 20.6a- Principais pontos anatômicos de referência superficial da face.

1- Asa do nariz; 2- Comissura labial; 3- Acântio; 4- Borda lateral da orbita.

Fig. 20.6b- Principais pontos anatômicos de referência superficial da face.

1- Asa do nariz; 2- Comissura labial; 3- Acântio; 4- Borda lateral da orbita; 5- Trago.

 

Fig.20.7a- Principais planos da cabeça para a radiologia odontológica em vista frontal. Fig.20.7b- Principais planos da cabeça para a radiologia odontológica em vista lateral.

PLANOS E LINHAS DA FACE PARA RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA.

Alguns planos e linhas imaginários podem ser traçados na face, com o objetivo de facilitar a localização de estruturas anatômicas e o posicionamento do paciente para o exame radiolográfico.

Principais planos da face para radiologia odontológica (Fig. 20.7a e 20.7b)

- Plano sagital mediano- Divide a cabeça verticalmente em duas partes iguas, direita e esquerda;

- Plano frontal (coronal)- È um plano vertical em ângulo reto com plano sagital, que divide a cabeça verticalmente em parte anterior e parte posterior.;

- Plano infra-orbitomeatal- Também denominado plano horizontal alemão, plano antropológico, ou plano de Frankfurt. È um plano transversal (horizontal) perpendicular aos planos frontal (coronal) e sagital, que vai da borda inferior das órbitas ao teto dos poros acústicos externos, dividindo a cabeça em partes superiores e inferior.

Principais linhas da face para a radiologia odontológica ( Fig. 20.8)

Linha de Camper- Linha que vai do trago á asa do nariz.

Linha trago – comissura labial- Linha que vai do trago á comissura labial do mesmo lado.

Linha infra-orbitomeatal- Também denominada linha horizontal alemã, linha antropológica, ou linha de Frankfurt ou linha de Reid.È uma linha que vai da borda inferior de um órbita ao teto do poro acústico externo do mesmo lado. Coincide com o plano infra-orbitomeatal (plano horizontal alemão)

 

Fig. 20.8- Principais linha da face para radiologia odontológica.

1- Linha de camper; 2- Linha trago- comissura labial; 3- Linha infra-orbitomeatal

APARELHOS DE RAIOS X ODONTOLÓGICOS.

Obedece aos mesmos princípios e composição dos aparelhos utilizados em radiologia médica. De uma maneira geral, são aparelhos pequenos de pouca potência, que podem ser móveis ou fixo na parede.

FILMES RADIOGRÁFICO PARA RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA

Os filmes radiográficos utilizados em radiologia odontológica podem ser divididos basicamente em dois grupos: intrabucais e extrabucais.

Filmes Radiográficos Intrabucais.

Também denominado filme intra-oral, é utilizado para radiografias em que o filme é colocado dentro da boca do paciente. È um tipo de filme radiográfico para exposição direta dos raios X, ou seja, não são usados em conjunto com écrans intensificadores. Apresenta-se em embalagens individuais, podendo ser simples (mais utilizados), com apenas uma película (filme) na embalagem, ou duplos, com duas películas (filme), para realização de incidências com cópia para arquivo.

Tamanhos de filme radiolográfico intrabucal (intra-oral)

Existem no mercado basicamente três tamanhos de filmes radiográficos intrabucal (intra-oral): 22x 35mm, 31x41mm e 57x76mm (Fig.20.9)

Fig. 20.9- Filmes radiográficos para intrabucais (intra-orais).

Embalagem do filme radiográfico intrabucal (intra-oral)

O filme é embalado da seguinte maneira, de fora para dentro (Fig 20.10).

Revestimento externo - Um invólucro plástico vedando a entrada de luz e de saliva. O lado a ser exposto pelos raios X (parte anterior) geralmente possui uma superficie lisa e branca. O lado oposto (parte posterior), geralmente com duas cores, possui uma lingueta em “V”, que é utilizada para abrir a embalagem para processamento do filme;

Papel preto- Reveste todo o filme e possui as funções de vedação da luz e proteção do filme durante o manuseio para o processamento;

Lâmina de chumbo- Uma fina lâmina de chumbo é posicionada na parte posterior do filme (lado oposto ao da exposição pelo raios x). A função dessa lâmina é absorver a radiação secundária e se necessário, identificar ( através de marcas) o posicionamento errado do filme para a incidência;

Filme Radiográfico- Encontra-se no interior da embalagem, revestido por um papel preto.

 

Fig.20.10- Partes da embalagem do filme radiográfico intrabucal (intra-oral)

Tamanhos/utilização dos filmes radiográficos intrabucais (intra-orais)

- Tamanho 22×35 mm- Também denominado número 1, é geralmente utilizado para radiografia periapical e também para radiografia interproximal (bitewing) em paciente pediátrico;

- Tamanho 31x41mm- Também denominado número 2, é geralmente utilizado para radiografia periapical e interproximal(bitewing) ;

- Tamanho 57x76mm- Geralmente é utilizada para radiografia oclusal, em áreas extensas da maxila e da mandíbula.

Filmes radiográficos para intrabucais (intra-orais).

FILMES RADIOGRÁFICOS EXTRABUCAIS

São utilizados em incidências em que o filme radiográfico fica posicionado fora da boca do paciente, como na radiografia em perfil do crânio (cefalométrica) e outras. Esses filmes radiograficos geralmente são usados em associação com écrans intensificadores. Os tamanhos de filmes radiográficos extrabucais mais utilizados em radiografia odontológica são 18cm x 24cm; 24cm x 30cm; 12cm x 30cm e 15cm x 30cm.

PROCESSAMENTO DO FILME RADIOGRÁFICO

O filme radiográfico intrabucal (intra-oral) e extrabucal após a exposição deve ser processado (revelado). Esse processamento pode ser manual ou automático. No processamento manual dos filmes radiográficos intra-orais (intrabucais), é necessária a identificação nas colgaduras, pois não há espaço suficiente no filme para fazê-la.

Filme radiográfico intrabucal (intra-oral) autoprocessador

Esse tipo de filme é uma alternativa ao processamento manual, dispensando o uso de câmara escura para o processamento. É apresentado em uma embalagem especial, que contém os agentes reveladores e fixadores, além da película do filme, isso permite o processamento do filme radiográfico logo após a exposição sem a necessidade do manuseio em cãmara escura.

Fig.20.12- Filme radiográfico intra-oral, (intrabucal) autoprocessado

Técnica radiográfica periapicais

Existem duas técnicas radiográficas periapicais básicas: a Técnica da bissetriz e a do paralelismo.

Técnica Radiográfica da Bissetriz

Essa técnica proporciona um posicionamento relativamente simples, rápido e confortável para o paciente. È baseada na lei isométrica de Cieszinski: ” A imagem projetada tem o mesmo comprimento e as mesmas proporções do objeto, desde que o feixe de raios X central seja perpendicular á bissetriz do ângulo formado pelo filme e objeto”. Ou seja, o raio central deve incidir perpendicular á bissetriz do ângulo formado entre o eixo do dente e o do filme radiográfico (Fig.20.13)

Fig.20.13- Esquema demonstrativo da Técnica de Bissetriz.

POSICIONAMENTO DA CABEÇA DO PACIENTE- A cabeça do paciente deve ser posicionada de acordo com o tipo de dente a ser radiográfado. Para as radiográfias periapicais pela técnica de bissetriz na maxila, a linha de Camper deve estar paralela ao chão. (Fig 20.14). Para as radiográfias periapicais pela técnica da bissetriz na mandíbula, a linha trago comissura labial deve estar paralela ao plano horizontal (chão) Fig.20.15)

Fig 20.14- Posicionamento da cabeça do paciente para as radiográfias pariapicais pela técnica da bissetriz na maxila.

Fig 20.15- Posicionamento da cabeça do paciente para as radiográfias pariapicais pela técnica da bissetriz na mandíbula.

Posicionamento do filme radiográfico

O filme radiográfico deve ser posicionado horizontalmente para as radiográfias dos pré- molares, e molares e verticalmente nos casos de incisivos, e caninos, com o picote sempre voltado para a coroa dental. Deve ser deixado um espaço de 2 a 3mm, sobrando além da coroa dos dentes (bloco de mordida) Fig 20.17

Fig. 20.16- Esquema da divisão da boca para o exame radiográfico periapical pela técnica de bissetriz.

Fig 20.17- Esquema do posicionamento do filme radiográfico na técnica de bissetriz

Ângulos vertical na Técnica da Bissetriz.

MAXILA MANDÍBULA
Molares +20ºa 30º 0º a -5º
Pré-molares +30ºa 40º -5°a-10º
Caninos +40ºa 50º -10°a-20º
Incisivos +45ºa 55º -15°a-25º

Obs: Esses ângulos verticais na verdade são aproximados, devendo ser usados como referência. Váriações no tipo de anatomia da face ou da posição do dente podem alterar a sua angulação.

Angulação vertical- Técnica do “Z”

Essa técnica também pode ser usada como referência para a determinação da angulação vertical do cabeçote do aparelho de raios x odontológico. Pode ser exemplificada da seguinte maneira: a parte horizontal superior da Letra “Z” corresponde aos grupos de dentes (da esquerda para direita) incisivos (+50º), pré – molares (+40º) e molares (+30º) da maxila (arcada superior), e a parte horizontal inferior corresponde aos grupos (da esquerda para direita) incisivos (-20º), pré-molares (-10° e molares (0º) da mandíbula (arcada inferior) Fig.20.20

Fig. 20.20- Esquema da Técnica do “Z” para angulação vertical do cabeçote do tubo de raios X

Posicionamentos da cabeça do paciente- cabeçote o aparelho de raios X e do filme para radiográfias periapicais pela técnica de bissetriz na maxila ( arcada superior) Fig 20.21 a 20.24

Fig. 20.21- Posicionamento do paciente para a radiográfia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos incisivos superiores.

Fig.20.22- Posicionamento do paciente para a radiográfia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos caninos superiores

Fig.20.23- Posicionamento do paciente para a radiográfia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos pré-molares superiores.

Fig.20.24- Posicionamento do paciente para a radiográfia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos molares superiores.

Posicionamentos da cabeça do paciente- cabeçote o aparelho de raios X e do filme para radiográfias periapicais pela técnica de bissetriz na mandíbula (arcada inferior) Fig 20.25 a 20.28

 

Fig 20.25 -Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos incisivos inferiores.

Fig 20.26-Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos caninos inferiores.

Fig 20.27 – Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos pré-molares inferiores.

Fig 20.28 -Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica de bissetriz do grupo dos molares inferiores .

Técnica radiográfica do paralelismo

Nessa técnica o filme radiográfico é posicionado paralelamente ao plano do eixo do dente com a ajuda de um posicionador. O raio central deve incidir perpendicularmente e em direção ao centro do longo eixo do dente e do plano do filme. Deve ser usado um cilindro (cone) longo, para evitar a distorção da imagem radiografica (Fig. 20.29).

Fig 20.29- Esquema da técnica do paralelismo.

A execução dessa técnica é simples, bastando ajustar o posicionador ao dente a ser radiografado.

Posicionamentos da cabeça do paciente- do cabeçote do aparelho de raios x e do filme para radiografias periapicais pela técnica do paralelismo na maxila (arcada superior). Figs- 20.30 a 20.33)

 

 

Figura 20.30- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos incisivos superiores

Fig 20.31- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos caninos superiores.

 

Fig 20.32- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos pré-molares superiores.

Fig 20.33- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos molares superiores.

 

Posicionamento da cabeça do paciente- do cabeçote do aparelho de raios X e do filme para radiografias periapicais pela técnica do paralelismo na mandíbula (arcada inferior)- Fig 20.34 a 20.37

 

Fig. 20.34- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos incisivos inferiores.

 

Fig. 20.35- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos caninos inferiores.

 

Fig. 20.36- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos pré-molares inferiores.

 

Fig. 20.37- Fig. 20.35- Posicionamento do paciente para a radiografia periapical pela técnica do paralelismo do grupo dos molares inferiores.

 

Radiografias periapicais na maxila (arcada superior) Figs. 20.38 a 20.41)

 

Fig. 20.38- Radiografia periapical do grupo dos incisivos superiores

 

Fig. 20.39- Radiografia do grupo dos caninos superiores.

Fig.20.40- Radiografia periapical do grupo dos pré- molares superiores.

Fig.20.41- Radiografia periapical do grupo dos molares superiores.

Radiografias periapical da mandíbula (arcada inferior). Ex: 20.42 e 20.45

Fig. 20.42- Radiografia periapical do grupo dos incisivos inferiores

Fig. 20.45- Radiografia periapical do grupo dos molares inferiores

RADIOGRAFIA OCLUSAL

È uma incidência complementar, realizada com o filme radiográfico posicionado no plano oclusal. As radiografias oclusais mais realizadas são as totais de maxila e de mandíbula.

Indicações clínicas importantes da radiografia oclusal.

- Estudo das fraturas dos maxilares;

- Pesquisa de sialolitos nos condutos de Wharton ( glândulas salivares submandibulares)

- Mensurações ortodônticas para determinação e controle da tração nos maxilares;

- Estudo da fenda palatina;

- Localização de dentes extranumerários ;

- Pesquisa de raízes residuais;

- Dentes inclusos;

- Estudo de grandes áreas patológicas ou anômalas.

Fonte :http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-38882010000100005&lng=en&nrm=iso

Técnica radiográfica oclusal

O filme radiográfico é fixado pelos dentes quando o paciente os possui. Quando for edêntulo (sem dente) utiliza-se o dedo polegar do paciente para auxiliar na fixação do filme.

Posicionamento da cabeça do paciente - A cabeça deve ser posicionada com o plano sagital mediano perpendicular ao plano horizontal (chão). O plano oclusal deve estar paralelo ao chão (a linha de Camper paralela ao chão).

Fig- 20.57a- Posicionamento do paciente para a incidência oclusal total de maxila.

Fig.20.57b- Radiografia oclusal total de maxila.

Posicionamento do filme radiográfico- O filme radiográfico é posicionado na boca do paciente, com o lado anterior (superfície convexa do picote) voltado para cima (direcionado ao tubo de raios x). Deve ser centralizado na boca do paciente com o seu maior eixo no sentido látero-lateral em adultos e no sentido ântero-posterior em crianças. O paciente deve ocluir suavemente segurando o filme, Fig. 20.58.

Fig.20.58 -Esquema monstrando o posicionamento do filme radiográfico na boca do paciente na radiografia oclusal total de maxila.

Radiografia oclusal para mandíbula.

Posicionamento da cabeça do paciente- A cabeça deve ser posicionada pra trás, com o plano sagital mediano perpendicular ao plano horizontal (chão).

Fig.20.63a Posicionamento do paciente para a radiografia oclusal total da mandibula.

Fig.20.63b- Radiografia oclusal total da mandíbula.

Obs: O livro Técnicas Radiogra ficas do autor Antonio Biasoli possui um rico contéudo sobre raios X odontológico, no caso das radiografias oclusais e outras incidências odontológicas, só foram citadas apenas alguns exemplos, tendo ainda algumas incidências valiosas para estudo que estam presentes no livro.

TIPOS DE INCIDÊNCIA UTILIZADAS EM RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA

As incidências radiográficas extrabucais mais utlizadas em radiologia odontológica são: panorâmica, telerradiografia do crânio em perfil (cefalométrica), telerradiografia do crânio em oblíqua de 45º, póstero-anterior (PA) em fronto-naso, póstero- anterior (PA) para mandíbula, póstero anterior (PA) em mento-naso, semi-axial póstero- anterior (Reverchon invertido),perfil semi-axial (schuller), localizada para articulações temporomandibulares, laterias oblíquas da mandíbula (direita e esquerda) e axial submento- vértice da face. Obs: Serão citadas aqui somente a incidências: panorâmica e atelerradiografia do crânio em perfil (cefalométrica)

Panorâmica

È uma tomografia rotacional que produz uma imagem radiográfica da totalidade do arco dental, ou seja, produz uma imagem radiográfica panorâmica da maxila e da mandíbula. O tubo de raios X se move simultaneamente e em sentido oposto ao filme radiográfico (chassi) ao redor do paciente(Fig.20.69)

Fig. 20.69- Esquema do funcionamento do conjunto tubo de raios x/filme radiográfico na incidência panorâmica.

Suas indicações principais são: impossibilidade do paciente para a realização de incidência intrabucais (trismos, náuseas ao contato com o filme intrabucal) e politraumatizados.

Posicionamento da cabeça do paciente (Fig.20.70a e 20.70b)- O paciente deve ser posicionado no aparelho com o plano horizontal alemão paralelo ao chão e o plano sagital perpendicular a este.

Fig.20.70a- Posicionamento do paciente para a radiografia panorâmica.

Fig. 20.70b- Radiografia panorâmica

O paciente deve ser instruído a não se movimentar durante a execução da radiográfia (aproximadamente 18 segundos)

Telerradiografia do crânio em perfil

Também denominada radiografia cefalométrica, é utilizada para fazer mensurações lineares e angulares de pontos ou estruturas anatômicas (ortodontia). Para a execução, há necessidade de um cefalostato adaptado ao aparelho, que possui a função de manter a cabeça do paciente na posição correta para realização da incidência (Fig. 20.71a e 20.71b).

Fig. 20.71a- Posicionamento do paciente para a telerradiografia do crânio em perfil

Fig. 20.71b- Telerradiografia do crânio em perfil

Contéudo Complementar

AULA GENTILMENTE CEDIDA PELA TÉCNICA E PROFESSORA ARIADNE

ENTIDADE DE ENSINO: CETTA (CENTRO DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA) E CIEP-(CENTRO INTEGRADO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL)

TÉCNICA BISSETRIZ

Essa tècnica ela é bem complicada porque na realização do exame o posicionamento do filme pode ser na área inferior ou na área superior. Inferior na área da mandibula e superior da área maxilar. ( Obs: Foto retirada da Apostila de Radiologia Odontologica da Pontual MLA).

Descrição da Técnica Bissetriz

- A forma mais utilizada é dispositivos conhecidos como posicionadores são vendidos em lojas para artigos na área de odontologia.Obs: Esses dispositivos são esterizados a vapor .

Princípios da Bissetriz

A imagem radiográfica mais fidedigna do dente e estruturas de suporte é obtida quando a incidência do feixe de radiação é perpendicular á bissetriz do ângulo formado entre o eixo do dente e o plano do filme.

 

 

Posicionamentos radiográficos da Radiologia odontológica

- Oclusal- È uma técnica radiográfica que se presta para examinar grandes áreas da maxila e da mandíbula, é indicada para detectar fraturas, patologias.

Imagem retirada do livro no formato PDF,Color Atlas Dental Medicine, Autores:Friedrich A. Pasler

 

Posicionamento da cabeça maxila- Linha Tragus á asa do nariz paralela ou perpendicular a mandíbula: linha tragus a comissura labial paralela ao PH.

Conteúdo retirado deste site = http://www.radioinmama.com.br/odontologico.html

Questões de Radio

1 – Quais os parâmetros que devemos ajustar no aparelho radiográfico, antes de adquirir uma imagem e, como eles podem influenciar a imagem formada?

2 – Diferencie a técnica periapical do paralelismo e da bissetriz no tocante ao posicionamento da cabeça do paciente, angulação do filme em relação ao dente, distância da fonte emissora de raios x e filme.

3 – Em quais casos devemos, após examinar um paciente e colher a anamnese, indicar uma radiografia? Como escolhemos a técnica a ser utilizada (periapical, interproximal ou oclusal)?

4 – Ao indicarmos uma avaliação radiográfica, devemos levar em consideração a característica estocástica deste método. Quais os tecidos mais acometidos, por que e como devemos minimizar a exposição do paciente a este tipo de efeito?

5 – Indique duas possibilidades de detalhes anatômicos que possam ser observados em cada uma das regiões de tomada para um exame periapical.